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sexta-feira, 4 de maio de 2012

Vida vã.

Tão menina era
que qualquer coisa a sentir
era de tal indiferença
que sentia por destino 
e valor não dava.


Meninice tanta que 
a boca não tocara outra
e o beijo nunca dado
falta não fazia.


Mas até que um dia
o coração, novo que fosse
palpitações sentiu e 
tudo o que ainda viveria
lhe fez necessário
mas tempo não tinha.

Morreu sem amar.

4 comentários:

  1. Ola,
    Adorei o blog,
    Seu poema é lindo e emocionante,é interessante a questão de aproveitar o tempo, amar enquanto o coração ainda bate,devemos dar valor ao nossos sentimentos.
    Parabéns

    Jeferson Barbosa
    Eterno

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  2. O coração, novo que seja, deve partilhar o amor o quanto antes, e sem medo. O tempo não espera por ninguém e um amor (principalmente quano é correspondido) aquecendo nosso ♥ é muito bom.

    Amei o post**
    Teamo também!!

    Beijoo'o

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  3. Oi, Vanessa, bom dia!!
    Lindo poema. Verdadeiro para muita gente! Gosto demais, em todos os seus poemas, dessa liberdade de pensamento e dessa facilidade tão grande de expressão que você tem. Me empresta um pouquinho, vai, egoísta. Você as pegou quase totalmente para si, e nos deixou disputando a sobra...
    Sim, a meninice torna a infância linda, mas, passando disso, torna a vida vã, e é bem possível morrer-se sem amar ou, pior, sem ser amado.
    Beijo carinhoso
    Doces sonhos
    seu fã absoluto
    Lello

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  4. Muito bonito esse poema, Vanessa. Gostei das palavras e de como você construiu os versos.

    E aos seus comentários sempre tão bons por lá, às suas visitas, obrigado sempre.

    Um beijo bem grande.

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